Alimentação

Estes gigantes estão situados bem alto na cadeia alimentar: seu cardápio consiste, principalmente, de crustáceos, lagostas e caranguejos. Partes de polvos, tartarugas e outros peixes também. Quando jovens se alimentam de camarões, caranguejos e bagres marinhos. Longevos, vivem, em média, por 30 anos e podem alcançar até 40.

Reprodução

As características biológicas desta espécie a tornam muito vulnerável à pesca: possui taxa de crescimento lenta e maturam tardiamente; atinge tamanhos impressionantes que lhe valem alto valor comercial (sua carne é muito desejada) e desportivo, quando capturados por caçadores submarinos; e, por fim, agrega-se para a reprodução – até 100, às vezes mais, indivíduos para desovar em momentos e locais específicos.

Extinção

Por anos, o mero vem recebendo atenção de pesquisadores em todo o oceano Atlântico em função do declínio de suas populações e encontra-se classificado como criticamente ameaçado na lista da IUCN. No Brasil, em 2002, esta espécie recebeu proteção por meio de uma proibição da captura, editada pelo IBAMA na Portaria nº 121 de 20 de setembro de 2002, prorrogada por mais cinco anos na Portaria 42/2007. Na iniciativa privada, ONGs, como o Projeto Meros do Brasil, se colocam a favor de sua conservação.

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