Alimentação

Alimenta-se de frutos, insetos e larvas, toma água nas bromélias.

Reprodução

Faz seu ninho em ilhas cobertas por floresta na baía de Paranaguá, Paraná. Seu ninho é feito no oco de árvores, onde o casal frequentemente fica junto. Coloca cerca de 4 ovos e os filhotes deixam o ninho após 2 meses, aproximadamente.

Hábitos

Uma das causas que agravam o risco de extinção, desta espécie bem ”caiçara“, é o fato de os A. brasiliensis se reproduzirem sempre na mesma árvore; e quando esta é derrubada, o casal geralmente não procria mais. Diferente de outros Amazona que procuram novos ninhos, aceitando até mesmo tocos ocos e baixos. Sabendo disto, muitos proprietários de resorts ou “refúgios de fauna silvestre”, em todo o litoral paulista e paranaense, normalmente estrangeiros, identificam, em suas propriedades voltadas ao “turismo ecológico”, os ninhos de A. brasiliensis e de outros psitacídeos raros (sabiacica, chauá (NE), peito-roxo, cuiú-cuiú e apuim, por exemplo) muito valorizados nos mercados negros de Miami e Amsterdã.

Ameaçadas de Extinção

A perda do habitat e as dificuldades encontradas nas tentativas de reprodução em cativeiro tem contribuído grandemente com a redução de sua população, além do tráfico.

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Anta