Alimentação

Na maioria das espécies dessa classe, os girinos são vegetarianos e se alimentam de pequenos pedaços de vegetais que ficam suspensos na água. Porém, ao passar para a fase adulta, passam a ser carnívoros e se alimentam principalmente de insetos e alguns animais invertebrados. Há casos ainda em que os anfíbios adultos comem ovos e girinos de outras espécies.

Reprodução

A postura consiste de aproximadamente 400 ovos de 2 milímetros de diâmetro, muito pigmentados, espalhados no fundo de ambientes aquáticos de água lenta.

São animais de temperatura variável e, por isto, possuem a designação de anfíbios porque podem viver tanto na água quanto na terra. Seu ovo produz um ser vivo que somente atinge o estado adulto após sofrer um certo número de modificações. Estas transformações recebem o nome de metamorfoses. Eles são de fundamental importância para a cadeia alimentar, pois fazem o controle populacional de várias espécies de insetos nocivos aos seres humanos.

Distribuição Geográfica

Ocupam toda a faixa litorânea de Mata Atlântica da Bahia até o sul de Santa Catarina.

Comportamento

O canto pode ser ouvido a grandes distâncias, assemelha-se a um grito estridente, depois seguido de um repicado. Os machos cantam sobre a vegetação emersa ou em arbustos entre 50 centímetros e 1,5 metro de altura. De hábitos diurnos, os adultos são encontrados sob rochas, semienterrados ou ocupando depressões, próximos à água. Os machos emitem sons na borda da água, às vezes com parte do corpo submerso.

Ameaçadas de Extinção

A principal ameaça a esta espécie, no Paraná, é o isolamento da população, restrita a um brejo de 100 metros quadrados, em meio a plantios de eucalipto e pínus. A estrada que dá acesso à Usina Hidrelétrica Jayme Canet Junior passa ao lado do brejo, gerando risco de atropelamentos.

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